quinta-feira, 18 de junho de 2009

Imagens do dia 18 - Trabalho 1


Eis a turma trabalhando.

Imagens do dia 18 - Mostrando animação


Eis aqui um exemplo

Imagens do dia 18 - Preparando o milho


Eis aqui uma delas. Preparação de comida típica

Imagens do dia 18 - Decoração


Eis aqui uma delas, pequeno detalhe da decoração.

sábado, 6 de junho de 2009

quarta-feira, 3 de junho de 2009

UM POUCO DA HISTÓRIA DE ESPERANÇA

Os primeiros habitantes da região, foram os índios Cariris. Na época, apenas um reservatório de água potável, construido polos próprios índios, deu origem ao hoje tanque do Araça. Neste local, um português chamado Marinheiro Barbosa, construiu a primeira casa, precisamente na Beleza dos Campos, hoje rua Barão do Rio Branco, e cujo português apossando-se de toda área então despovoada, deu início a hoje cidade de Espe'rança.
Posteriormente, chegaram mais portugueses, desta feita, os irmãos Antônio, Laureano e Francisco Diniz que construíram três casas na hoje avenida Manoel Rodrigues de Oliveira, tendo em uma dessas casas sido celebrada a primeira missa por Frei Venâncio, o primeiro missionário a chegar aqui.
O primeiro nome de Esperança, Banabuié, teve origem numa fazenda de currais, em 1860. Nesse mesmo ano, o Frei Venâncio fundava a Capela de Nossa Senhora do Bom Conselho, hoje ainda padroeira de nossa cidade, e no mesmo lugar onde se encontra edificada a Igreja Matriz. A freguesia de Esperança, cujo primeiro vigário foi o Padre Francisco de Almeida, foi criada em 20 de maio de 1908.
Em 1 de dezembro de 1925, após um grande trabalho feito pelo Coronel Elísio Sobreira, Esperança foi politicamente emancipada, através do decreto-lei n 624, desmembrando-se do município de Alagoa Nova, tendo si nomeado o seu primeiro prefeito Manoel Rodrigues de Oliveira e seu vice Teotônio Tertuliano da Costa, cujo compromisso foi prestado perante o juiz de termo, Dr. João Marinho da Silva, no edifício sedo do Paço Municipal.

terça-feira, 2 de junho de 2009

SUGESTÃO DE LIVRO

Heroína de Guerra (Rosa de Stalingrado)
Valérie Bénaim e Jean-Claude Hallé.
Editora Record; 462 (R$ 59 ,00)
Na Segunda Guerra Mundgial, Liliana Litvak, uma piloto russa de 19 qnos derrubou 12 aviões alemães. Durante uma dessas batalhas, desapareceu. A bordo de seu avião decorado com pequenas rosas, Liliana tornou-se heroína e símbolo de coragem feminina. Essa biografia levemente romanceada recupera episódeos marcantes de sua vida, como o dia em que um avião alemão, sozinho, aproximou-se da base russa a fim de lançar uma rosa à tenente.